A campanha da presidente Dilma Rousseff à reeleição usou em sua propaganda eleitoral na televisão imagens de uma ficha criminal que a própria presidente disse no passado que não é autêntica. O documento, reproduzido no programa de estreia e em anúncios, lista ações armadas das quais Dilma teria participado durante a ditadura militar (1964-85). A ficha aparece ao final do programa da presidente, por poucos segundos, quando a campanha reforçava a luta da petista contra o regime militar que comandou o país. Nos anos 70, Dilma integrou organizações de oposição aos governos militares, entre as quais a VAR-Palmares, um dos principais grupos da luta armada. A presidente foi presa e torturada. A campanha confirmou o uso da imagem, mas disse que ela foi usada como recurso "meramente ilustrativo e metafórico, sem qualquer referência a seu conteúdo e sem tratá-lo como documento." A ficha havia sido divulgada pela Folha em 2009. Na ocasião, Dilma disse, com laudos, que o docu...
Comentários
Postar um comentário